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ESPECIAL
O que é um vírus?
Um vírus é um programa ou trecho de código que se instala num computador sem o conhecimento do usuário. Os tipos mais perigosos podem até apagar todas as informações do disco, enquanto outros apenas residem na memória sem fazer muito estrago. Os vírus somente existem em arquivos que dependem de execução. Assim, arquivos de imagem (.gif., .jpg, .psd, .bmp etc), som (.wav, .ra, .au etc), vídeo (.avi, .mov, .rm etc) e texto puro (.txt) não contêm vírus de nenhuma espécie. A exceção fica por conta dos falsos documentos de imagem e som, como aqueles criados pelo Love Letter. Os arquivos afetados por este vírus ficam com o formato foto.jpg.vbs. Está cada vez mais difícil enquadrar os vírus mais modernos dentro de alguma definição clássica, mas, de modo geral, os vírus se dividem em três classes. Vírus de boot - Alojam-se no setor de boot de disquetes e no Master Boot Record (MBR) do disco rígido. Estas áreas são sempre checadas antes da execução de cada programa, o que facilita a propagação dos vírus deste tipo. A única maneira de contaminação por um vírus de boot é ligar o micro com um disquete infectado no drive. Dessa forma, o sistema operacional checará primeiro o drive do disquete, o que já é suficiente para que o vírus seja ativado. O vírus então passa para o MBR do disco rígido e qualquer disquete utilizado a partir deste momento também é infectado. Com a extinção do velho DOS, os vírus de boot perderam muito de sua força e raramente trazem maiores problemas. Vírus de macro - São cada vez mais comuns e, de maneira geral, pouco perigosos. Os vírus de macro são na verdade códigos de macro inseridos em arquivos de aplicativos que utilizam esta linguagem. Entre os programas mais atingidos estão Word, Excel e Access. Ao abrir um arquivo contaminado de Word, por exemplo, o vírus é ativado e se instala no arquivo modelo (normal.dot), de onde se espalha para todos os arquivos criados a partir de então. Vírus de programa - Normalmente utilizam extensões executáveis como .com, .exe e .bat e são ativados somente com um comando do usuário. Muitos deles são enviados junto com e-mails, portanto uma boa dica de segurança é executar somente arquivos recebidos de fontes confiáveis. Se receber uma mensagem com algum arquivo suspeito, basta deletá-la para resolver o problema, pois dessa forma o vírus não será executado. Além destes três grupos clássicos, temos alguns termos mais recentes, criados para designar os vírus destes novos tempos de Internet. Apesar de não serem considerados vírus, os worms são uma ameaça cada vez maior, principalmente devido à expansão da Internet. Assim como os vírus, os worms se reproduzem e podem causar danos ao micro infectado. A diferença é que um worm não produz diversas cópias de si num único micro. Em vez disso, ele se multiplica através de redes de computadores. Em alguns casos, como o Melissa, temos um vírus de macro que também é um worm, pois utiliza o Outlook Express para enviar cópias de si para outros usuários. Boa parte dos worms tem como único efeito sobrecarregar os servidores de e-mail, pois anexam-se automaticamente à lista de endereços do micro infectado e enviam múltiplas mensagens a todos os destinatários. Outra ameaça aos computadores vem na forma dos famosos Cavalos de Tróia (trojan horses), como NetBus e Back Orifice. Estes programas podem enviar dados confidenciais do usuário infectado para os autores da praga e até mesmo permitir total controle sobre o micro contaminado, desde que ele esteja conectado à mesma rede do computador de onde os comandos são enviados. Embora seja possível ser infectado com um vírus desse tipo a partir de um disquete, somente com o micro conectado em rede ele pode causar algum estrago. Para se proteger contra essas ameaças, a saída mais eficiente é utilizar um dos diversos antivírus disponíveis no mercado. Embora não sejam 100% eficientes (afinal, não dá para adivinhar o que se passa na cabeça de todos os programadores do mundo), esses programas garantem uma boa dose de segurança. Os antivírus vasculham o disco rígido em busca de uma combinação de bytes que identifique um vírus e a comparam com os registros já existentes. Uma boa dica é baixar sempre as atualizações disponibilizadas pelas empresas, para que o programa possa detectar as pragas mais recentes. Vírus/Love Letter - Praga de amor
Parece muito? Mas não é. Pelo menos se comparados aos 6,7 bilhões (sim, bilhões) de dólares de prejuízos causados pelo Love Letter, também conhecido como I Love You, que assolou a Rede no começo de maio de 2000. A quantia foi divulgada pelo Computer Economics, instituto americano especializado no acompanhamento da chamada Nova Economia. Irresistível A combinação letal do Love Letter inclui a capacidade de multiplicação do Melissa, com alguns ingredientes a mais: reprodução via mIRC; destruição de arquivos com extensão .jpg, .css e .wsh, entre outros, e modificação da home page do Internet Explorer. Para completar o prato indigesto, um "Subject" ao qual poucos resistem: I love you. Em pouco tempo, o FBI já estava no encalço dos criadores do vírus e rastreou a origem da praga até a improvável Filipinas, país pouco conhecido por seu avanço tecnológico. Com a colaboração da polícia local, os agentes americanos chegaram até o bancário Reonel Ramones, que morava no apartamento de onde teria surgido o vírus. Reonel foi detido e liberado poucas horas depois, e as suspeitas recaíram sobre o estudante de computação Onel de Guzman, que também morava no apartamento. Em entrevista coletiva concedida no dia 11 de maio, Onel admitiu que era possível que ele tivesse criado o vírus junto com alguns colegas de faculdade. No início de junho, o presidente das Filipinas, Joseph Estrada, assinou uma lei que prevê a punição de crimes eletrônicos. De acordo com o decreto, qualquer filipino condenado por espalhar vírus de computador pagará uma multa mínima de 2.300 dólares, além de estar sujeito a até três anos de prisão. A lei não é retroativa, mas isso não livrou Onel de Guzman de um processo criminal movido pelo Estado filipino, que está nas mãos do judiciário do país. O culpado de sempre Não bastasse o estrago causado pelo Love Letter, uma semana depois veio a sobremesa, ainda mais prejudicial do que o almoço. Apesar de não ter se espalhado na mesma proporção de seu irmão, o New Love é considerado ainda mais perigoso, pois apaga todos os arquivos que não estiverem em uso no momento da contaminação. A confusão gerada pelos vírus do amor abriu mais uma oportunidade para fazer o que muita gente envolvida com informática mais gosta: malhar a Microsoft. Afinal, apesar de todos os programas de e-mail receberem os arquivos contaminados, só o Outlook Express oferece a oportunidade de propagação do vírus. Bill Gates e cia. responderam às críticas lançando uma atualização para o Outlook que impede que os usuários tenham acesso a alguns tipos de arquivos. Mas é melhor pensar duas vezes antes de fazer o download, pois o update bloqueia também o acesso a extensões como .exe e .mdb. Para mais informações, é só dar um pulinho no site de atualização do Office. Como se proteger Embora o pior já tenha passado, ainda é possível que você receba um destes dois vírus em sua caixa postal, mesmo que com mensagens diferentes (existem pelo menos 30 versões do Love Letter circulando por aí). Para se proteger, a regra básica ainda é a mais eficiente: nunca execute nenhum arquivo recebido via e-mail, a não ser que esteja absolutamente certo sobre seu conteúdo. Porém, muitas pessoas trabalham em micros compartilhados com colegas de trabalho ou familiares, que podem não ter o mesmo cuidado. Por isso, seguem abaixo algumas opções para evitar a ação do Love Letter e do New Love. Vírus/Melissa - Tudo num só
O Melissa é um código de macro embutido num documento do Word que chega à caixa postal do usuário anexado a um e-mail com subject Important Message From REMETENTE. No corpo do e-mail há a mensagem Here is that document you asked for ... don't show anyone else ;-)". Ao abrir o documento (uma lista de sites pornográficos) o vírus é ativado, enviando automaticamente uma cópia de si mesmo para os 50 primeiros endereços registrados no catálogo do Outlook Express. Além disso, o Melissa infecta o arquivo Normal.dot do Word, e a partir daí todos os arquivos criados são contaminados pelo vírus, podendo ser enviados para terceiros sem o conhecimento do usuário, já que o vírus sempre tenta se espalhar anexado ao documento aberto naquele momento. Vale destacar que usuários de outros programas de e-mail, como Eudora e Netscape Messenger, não enviarão o vírus, mas a contaminação pelo arquivo de Word se dará da mesma forma. Vírus/Bubbleboy - O vírus que chega pelo e-mail
O BubbleBoy afeta apenas máquinas equipadas com o Windows 95/98, IE5 e o Windows Scripting Host. Além disso, a mensagem deve ser recebida no Outlook ou no Outlook Express. Quando entra em ação, o BubbleBoy edita o Registro do Windows e se auto-envia aos nomes cadastrados na lista de endereços do usuário. Todos os principais antivírus já incluíram em suas atualizações a possibilidade de detectar o BubbleBoy. A Microsoft também havia publicado, em agosto de 1999, uma correção para o IE que impede a ação do vírus. Vírus/Chernobyl - O perigo do dia 26
O nome provém do fato de que sua variante mais comum, o CIH 1.2, ataca uma vez por ano, em 26 de abril, data de aniversário do acidente nuclear na Rússia. Outras agem uma vez por mês, no dia 26. Sem nenhum alarmismo, esse invasor é preocupante. Trata-se do primeiro vírus capaz de causar danos ao hardware. Ele pode corromper o Bios (programa incorporado a um chip da placa-mãe), impedindo a inicialização da máquina. Segundo a Symantec, um dos principais fabricantes de antivírus, quando isso ocorre, a saída consiste em trocar o chip do Bios. No entanto, se o chip é soldado à placa-mãe, esta fica irremediavelmente inutilizada. Vale destacar que nem todos os Bios podem ser afetados, mas somente os que têm memória flash. A McAfee, outro produtor de antivírus, acrescenta que o CIH destrói o primeiro megabyte de cada disco rígido. Assim, mesmo que o Bios não seja afetado (maioria dos casos), a máquina não entra no ar. O Chernobyl só infecta arquivos EXE do Windows 95 ou 98. Quando um deles é executado, o vírus fica residente na memória e daí passa a contaminar outros arquivos EXE. Enquanto não chega o fatídico dia 26, o CIH trabalha em surdina, ampliando a contaminação. A única forma de evitá-lo é usar uma proteção atualizada. Depois da contaminação, há ainda a chance de remover o vírus com um antídoto. Contudo, após o dia 26, tudo é mais complicado. Primeiro, é preciso formatar o disco rígido, inicializando a máquina a partir de um disquete. No caso de corrupção do Bios, a placa-mãe terá de ser recuperada antes o que exige a ajuda de técnicos especializados. Alguns produtos, como o Lost & Found, da PowerQuest (versão de avaliação em:http://www.powerquest.com.br/powerquest), permitem tentar recuperar parte dos dados no disco. Vírus/Explore.zip - Alerta vermelho
Em meados de 1999, esse vírus atingiu em cheio micros de grandes corporações americanas, entre elas Microsoft, Compaq, Intel e AT&T, além de bancos e financeiras de Wall Street. Inicialmente, divulgou-se que o vírus só se manifestava se o usuário recebesse o e-mail com o arquivo Zipped_files.exe e executasse esse arquivo. Depois, admitiu-se que ele também se espalha via rede. Ou seja, basta estar conectado a uma rede local para entrar na zona de perigo. Segundo os especialistas, o Worm.Explore.Zip representa um novo estágio dos vírus. Combina a rapidez de infestação do Melissa com o poder de destruição do Chernobyl. A prevenção é um antivírus atualizado e muito cuidado com executáveis que chegam via e-mail mesmo aqueles que parecem vir de fonte conhecida. Codered - Alerta em dobro
Embora a Microsoft já tenha publicado o arquivo de correção, nem todos os webmasters se dão ao trabalho de baixá-lo, o que facilitou a vida dos criadores da praga digital. A vulnerabilidade está no arquivo Idq.dll, presente nas versões 4.0 e 5.0 do IIS, o servidor Web da Microsoft. Este arquivo pode ser sobrecarregado com uma quantidade de dados que não está preparado para suportar (ataque conhecido como buffer overrun). Além de se espalhar de um computador para outro, o CodeRed substitui as home pages dos sites infectados pelas inscrições " Welcome to http:// www.worm.com ! Hacked By Chinese!".O CodeRed também programa as máquinas invadidas para atacar o site da Casa Branca (www.whitehouse.gov), enviando mais informações do que os servidores suportariam (tipo de ataque conhecido como denial-of-service). O susto inicial foi tanto que a empresa publicou um alerta em conjunto com os institutos de segurança SANS e CERT e com o NIPC, divisão do FBI para a segurança da Internet. O comunicado alertava para um possível ressurgimento do vírus no dia 1o de agosto, que poderia até mesmo paralisar a Rede. Felizmente, o CodeRed entrou em "hibernação", após causar cerca de 1,2 bilhão de dólares em prejuízo, segundo o instituto especializado Computer Economics. CodeRed II - A Missão Quando os administradores de sistema achavam que a tempestade havia passado, eis que surge uma nova versão do CodeRed no dia 4 de agosto de 2001. Logo batizada de CodeRed II, ela se mostrou ainda mais nociva do que a original. Explorando a mesma brecha, o CodeRed II não modifica as páginas HTML, mas instala um backdoor no sistema infectado. Este fica então vulnerável a ataques de hackers, que podem apagar arquivos ou executar quaisquer comandos no servidor. Se você administra um servidor IIS e ainda não se preveniu, dê uma olhada nos links abaixo. Eles contêm informações mais detalhadas sobre os vírus e o processo de remoção. NIMDA - Ataque em todas as frentes
Em julho de 2001, foi a vez de o "CodeRed" explorar falhas de outro software da Microsoft, o servidor IIS. A brecha já tinha sido corrigida, mas os webmasters que não instalaram o patch tiveram muita dor de cabeça. Continente Posição Américas do Norte e Central 1o América do Sul 3o Ásia 1o África 1o Europa 1o Oceania 1o Fonte: TrendMicro (20/09/2001) - Ranking de vírus com maior número de infecções registradas. Era apenas uma questão de tempo até que surgisse um vírus que juntasse estes dois métodos de propagação e causasse dor de cabeça tanto a internautas quanto a administradores de sistema. E esta nova praga atende pelo nome de "Nimda" ("admin" ao contrário). O Nimda infecta todas as plataformas Windows e atrapalha a vida de quem só navega e de que quem cuida para que os sites funcione. Ele utiliza quatro métodos de propagação: · e-mail - o Nimda envia cópias de si para endereços eletrônicos encontrados em arquivos .htm e .html no computador infectado. · redes - espalha-se para drives compartilhados de redes domésticas e corporativas. · servidores - procura por servidores IIS que não tenham corrigido a falha conhecida como "Unicode Web Traversal". · web - servidores infectados exibem uma página que induz o internauta a baixar um arquivo com o vírus. O Nimda procura por arquivos como index.html e default.html e insere um código de JavaScript. Na transmissão via e-mail, o Nimda chega num arquivo executável de nome readme.exe. O vírus explora uma falha no mecanismo MIME do Outlook para "disfarçar" o arquivo executável em arquivo de som. Desta forma, caso o nível de segurança esteja no nível baixo e o Outlook não esteja atualizado, o Nimda é executado automaticamente, sem a necessidade de clicar no arquivo. As empresas de segurança têm boletins com mais informações sobre o Nimda e as falhas exploradas pelo worm já foram corrigidas pela Microsoft. Consulte os links abaixo para mais informações. SIRCAM - Cuidado com seus segredos
Continente Posição Américas do Norte e Central 1o América do Sul 4o Ásia 1o África 2o Europa 1o Oceania 1o Fonte: TrendMicro (27/08/2001) - Ranking de vírus com maior número de infecções registradas. Embora não seja inovador como o "Melissa" ou o "I Love You", o "SirCam" possui algumas peculiaridades que ajudaram na propagação. Após executado, o vírus se instala na lixeira do Windows, local em que poucos usuários costumam mexer. Além disso, o SirCam possui seu próprio programa de SMTP, o que facilita a propagação via e-mail. Propagação Como tantas outras pragas, o SirCam chega às caixas postais em arquivos anexados. A diferença é que, além do vírus, o arquivo leva também um documento do computador que enviou a mensagem. Com isso, dados confidenciais podem parar nas mãos de estranhos. A praga emite cópias de si para endereços de e-mail do cátalogo do Outlook e também para aqueles encontrados em páginas Web que estejam no diretório de "cache" do browser. O subject da mensagem é variável e corresponde ao nome do arquivo anexado. Entretanto, pode-se reconhecer os e-mails infectados pela primeira e última frases do texto. Características A mensagem sempre começa com "hi, how are you?" e termina com "See you later, thanks", ou suas equivalentes em espanhol. O idioma do e-mail é determinado pelo sistema operacional do remetente. O inglês é usado caso o Windows não esteja em espanhol. A maneira mais fácil de detectar o SirCam é pelo nome do arquivo infectado, que sempre tem duas extensões (por exemplo texto.doc.bat). A primeira extensão faz parte do arquivo anexado. A segunda é adicionada pelo vírus para permitir sua execução e pode ser .bat, .com, .pif, .lnk ou .exe. Caso o computador esteja ligado no dia 16 de outubro, há uma chance de 5% de que o SirCam apague todos os arquivos do disco rígido. Se o seu micro já foi infectado, a maneira mais prática de se livrar do SirCam é baixar ferramentas desenvolvidas pelas empresas de segurança. A Symantec e a Sophos disponibilizam programas com esta finalidade (links no fim desta matéria). Goodtimes
A mensagem alerta os usuários para que não abram ou leiam e-mails com o subject "Good Times", pois estes são arquivos contaminados e que poderiam apagar todo o conteúdo do disco rígido. Além disso, os autores do boato pedem que o e-mail seja repassado para o maior número possível de pessoas, a fim de "preveni-las" do perigo. Segue abaixo um trecho da mensagem (pode haver outras versões em circulação). "The FCC released a warning last Wednesday concerning a matter of major importance to any regular user of the InterNet. Apparently, a new computer virus has been engineered by a user of America Online that is unparalleled in its destructive capability. Other, more well-known viruses such as Stoned, Airwolf, and Michaelangelo pale in comparison to the prospects of this newest creation by a warped mentality. Não entre no boato da Matrix
Não é nenhuma surpresa que o filme tenha servido de inspiração para mais um boato sobre um novo tipo de vírus. A praga eletrônica chamaria-se matrix_99.mtx, e danificaria o micro assim que o usuário lesse a mensagem anexa, que fala sobre uma promoção envolvendo o filme The Matrix. Nenhum dos efeitos descritos no e-mail é verdadeiro e trata-se apenas de um hoax. Segue um trecho do boato (pode haver outras versões): "VIRUS ALERT Read On This Maybe Another Hit !! Virus name: MATRIX_99.MTX triggered on every PC on the 4th Sep starting this year.DELETE immediately if u rec'd an e-mail that looks like this: Subject: "Believe The Unbelievable - Win a Nokia handphone 8110i" Content: as follows. A Nokia 8110i Matrix model is yours if your are THE ONE. How to be THE ONE? You are 3 steps away from being THE ONE. First - Click on this site http://www.matrix.com Secondly - Answer 5 simple questions Thirdly - Wait n See, we will send a notification email if you are THE ONE. Falso amigo
"ATTENTION VIRUS NASTYFRIEND99 There is a new virus which will be infecting computers on May 15. This virus will take all your email contacts and icq contacts and sent to those contacts. Please forward this email to everyone you know and do not open any email with the subject "HI MY FRIEND!!!" Penpal Greetings
Embora haja casos de vírus ativados já na abertura da mensagem, como Kak e Bubbleboy, nenhum deles tem o poder destrutivo citado no e-mail. Segue abaixo um trecho do boato (pode haver outras versões). "This is a warning for all internet users - there is a dangerous virus propagating across the internet through an e-mail message entitled "PENPAL GREETINGS!" DO NOT DOWNLOAD ANY MESSAGE ENTITLED "PENPAL GREETINGS!" "This message appears to be a friendly letter asking you if you are interested in a penpal, but by the time you read this letter, it is too late. The "trojan horse" virus will have already infected the boot sector of your hard drive, destroying all of the data present. It is a self-replicating virus, and once the message is read, it will AUTOMATICALLY forward itself to anyone who's e-mail address is present in YOUR mailbox!" Sapos da Budweiser são inofensivos
"DANGER!!!VIRUS ALERT!!!
Your hard drive will crash!!! DON'T DOWNLOAD THIS UNDER ANY CIRCUMSTANCES!!! IT JUST WENT INTO CIRCULATION YESTERDAY, AS FAR AS WE KNOW....BE CAREFUL. PLEASE DISTRIBUTE THIS TO AS MANY PEOPLE AS POSSIBLE... This is WHAT THE SCREENSAVER OFFER WOULD LOOK LIKE! File: BUDSAVER.EXE (24643 bytes) DL Time (28800 bps): < 1 minute" Final infeliz
Conheça um pouco mais sobre estas pragas que assustam muita gente
Love Letter é o vírus que mais causou prejuízos em todos os tempos
Em março de 1999, um vírus de computador foi parar nas manchetes de jornais de todo o mundo. Era o Melissa, que num curtíssimo espaço de tempo paralisou as atividades diversas empresas de grande porte, sobrecarregando os servidores de e-mail com cópias do vírus. O resultado da brincadeira? Oitenta milhões de dólares de prejuízo para as firmas atingidas.
Melissa reúne características de diversos tipos de vírus
Vírus de macro? Worm? Vírus de rede? Todas essas definições podem ser aplicadas ao Melissa, um dos primeiros vírus a ganhar as manchetes das publicações de tecnologia na era da Internet.
Cuidado! Basta abrir a mensagem para ser contaminado.
Você já leu muitas vezes que não pode haver contaminação de vírus apenas com a abertura de uma mensagem de e-mail. Infelizmente, isso era verdade. A primeira negação dessa regra é um vírus chamado VBS/ BubbleBoy, que vem embutido no e-mail como um código VBScript. O vírus só age devido a uma falha de segurança no Internet Explorer, conhecida como Eyedog .
O Chernobyl é uma praga capaz de causar danos ao hardware
Um surto de vírus de computador causou sérios estragos em empresas e residências nos dias 26 dos últimos meses. É o famoso Chernobyl em ação.
Worm Explore.Zip marca uma nova era no poder de destruição dos vírus
Grave este nome: Worm.Explore.Zip. Perto dele o Melissa é brincadeira de criança. Distribuído como anexo a mensagens de e-mail, o Worm.Explore.Zip destrói arquivos de programas do Office 97, como Word, Excel e PowerPoint.
Duas versões do CodeRed exploram falhas conhecidas do IIS
Descoberto em 16 de julho de 2001, o CodeRed rapidamente chamou a atenção das empresas especializadas em segurança. Em questão de horas, o vírus infectou milhares de servidores IIS, da Microsoft, explorando uma brecha antiga do sistema.
Nimda atinge tanto internautas quanto webmasters
Depois dos prejuízos causados pelo "I Love You" em meados de 2000, virou moda explorar vulnerabilidades do Outlook para espalhar um vírus. "Anna Kournikova" e "SirCam" são apenas alguns exemplos de worms com métodos de propagação semelhantes.Nimda pelo mundo
SirCam envia documentos do micro infectado para e-mails aleatórios
"Envio este documento para ter sua opinião". Em inglês ou espanhol, esta frase enganou muita gente, que clicou no arquivo anexado ao e-mail para depois descobrir que se tratava de um vírus, o "SirCam". Descoberto em julho, ele já garantiu seu lugar no "top ten" dos vírus de 2001, e mesmo um mês após ter surgido ainda está entre as pragas que mais dão dor de cabeça às empresas de segurança.SirCam pelo mundo
Um dos primeiros boatos sobre vírus ainda hoje circula pela Rede
O Good Times foi o primeiro hoax a fazer fama entre os internautas e circula na Rede desde 1994. O tom da mensagem é bem convincente e até assusta muita gente, apesar de as atividades do vírus descrito na mensagem serem completamente impossíveis.
Filme de ficção científica inspira rumor sobre falso vírus
O filme The Matrix, com Keanu Reeves, fisgou milhões de fãs de ficção científica em todo o mundo, com sua trama ambientada num mundo virtual controlado pela entidade conhecida como Matrix.
Vírus de ICQ chamado "Nastyfriend" é apenas boato
Com a popularidade do ICQ, era mais do que esperado que surgissem boatos sobre o programa. Este hoax fala de um vírus que no dia 15 de maio enviaria todos os UINs cadastrados para cada um dos contatos do ICQ. Segue o texto do boato (pode haver outras versões).
Parente do Good Times ainda assusta internautas
Este é um dos boatos mais disseminados na Rede e assemelha-se ao também famoso Good Times. A mensagem pede que os usuários não abram ou leiam nenhuma mensagem com o subject "Penpal Greetings", pois um trojan seria acionado e apagaria todo o conteúdo do HD. Segue a mensagem que espalha o boato (pode haver outras versões):
Protetor de tela da cervejaria não contém vírus
Em 1997, a cervejaria Budweiser disponibilizou um protetor de tela com os sapos que ficaram famosos nos comerciais de TV, e logo surgiu um boato de que o arquivo conteria um vírus altamente destrutivo. Segue abaixo o texto do hoax (pode haver versões diferentes).
This is a new twist. Someone is sending out a very desirable screen-saver the Budweiser Frogs. But if you download it, you will lose everything!!!
Release de novela interativa causa mal-entendido
Em 1996, a editora Penguin resolveu inovar na divulgação de sua primeira novela interativa, Irina. A empresa divulgou um press-release simulando um comunicado de um dos personagens, que prevenia a humanidade contra um novo tipo de vírus letal.
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Formatar um computador tem se tornado um processo cada vez mais simples. Nada de comandos complicados ou configurações trabalhosas. Nas versões mais recentes do Windows, tudo que você precisa fazer é definir algumas opções pré-configuradas e seguir os passos do assistente (wizard). A próxima etapa, entretanto, é um pouco mais trabalhosa, e costuma dar dor de cabeça para a maioria dos usuários. Deixar o computador da mesma forma em que ele se encontrava antes da instalação pode não ser tão simples quanto parece e exigir algumas horas (ou mesmo dias) de trabalho. Lembrar dos programas anteriormente instalados, buscar novamente seus CDs ou arquivos de instalação, instalar e configurar cada um deles é realmente uma árdua tarefa. Desse mal sofrem também os donos de computadores 0 KM, talvez até de forma mais acentuada, visto que o PC recém adquirido, novinho em folha, além de também estar somente com os softrwares básicos, tem ainda o agravante de não possuir uma referência de experiências anteriores que possa guiar o marinheiro de primeira viagem. Confira a lista com os principais programas para Windows (Foto: Arte) Foi pensando exatamente nessas pessoas que o TechTudo, fazendo jus ao lema "Tecnologia descomplicada", resolveu criar este guia que, com certeza, vai adiantar a sua vida e lhe poupar um trabalho considerável. Abaixo listaremos uma seleção dos principais programas para seu computador, divididos por categoria. Navegadores Mozilla Firefox: um dos navegadores mais usados na atualidade, o Firefox utiliza o código fonte do primeiro navegador da internet, o Mosaic, e é resultado de um projeto da Fundação Mozilla em parceria com vários colaboradores. Seu status de software livre o fez cair no gosto dos internautas e conquistar muitos fãs, que o consideram mais seguro e rápido que o Internet Explorer. Veja a matéria da nova versão do Firefox(Firefox 4) e conheça suas principais caracterísitcas. Google Chrome: Google Chrome é o navegador da gigante Google e sua principal promessa é a maior velocidade em relação aos demais navegadores. Foi lançado em 2008 e, apesar de mais novo que seus principais concorrentes, conseguiu conquistar seu espaço, tornando-se o terceiro browser mais usado do mundo, atrás somente do Internet Explorer e do Firefox. Assim como o Firefox, o Chrome é baseado em código aberto, o que possibilita a criação de várias extensões. Opera:apesar de muita gente achar que o Opera é um navegador recente, ele já está no mercado desde 1996 e, ao longo dos anos, sofreu vários aperfeiçoamentos, que foram responsáveis por aumentar a sua participação. Segundo a Opera Software, desenvolvedora do browser, o Opera é o "navegador mais rápido na terra". À época desta afirmação, foram realizadas pesquisas que confirmaram a vantagem do Opera 9.5 sobre o Internet Explorer 7 e o Mozilla Firefox 3. RockMelt: lançado em fase experimental em Novembro de 2010, o Rockmelt é o navegador mais novo dessa lista. Seu diferencial está na "integração total com as redes sociais" e na utilização da tão falada computação em nuvem (cloud computing). O browser chegou ao mercado trazendo uma proposta inovadora e tem conquistado grande espaço, principalmente entre usuários de redes sociais e adeptos de inovação. Utilidade e desempenho WinRAR: nesta lista, existem alguns programas que não podem faltar em seu computador, e o WinRAR é um deles. Desenvolvido por Alexander Roshal e com licença Shareware, o WinRAR é um compactador e descompactador de arquivos, com suporte completo aos formatos RAR e ZIP e suporte parcial a alguns outros formatos, como JAR, 7Z e ISO. Acredite: em algum momento, você provavelmente precisará dele. CCleaner: CCleaner é uma ótima opção para quem gosta de manter o computador em ordem e garantir um melhor desempenho do sistema. O programa é gratuito e possui ferramentas para limpeza de arquivos desnecessários do Windows e correção de erros no registro, além de opções para gerenciamento dos softwares instalados. ReadyBooster: Registry Booster é uma ferramenta especializada em solucionar problemas no registro do Windows que causam lentidão e diminuição do desempenho do sistema. Após a realização de uma "varredura", o software identifica e lista os erros encontrados, permitindo o reparo imediato dos mesmos. Sua versão completa inclui, além de outras opções, uma ferramenta para desfragmentação do registro. ImgBurn: utilizado para gravar arquivos de imagem em CDs, DVDs, HD-DVDs e Blu-ray, ImgBurn é um programa leve e gratuito. Com suporte aos formatos BIN, CUE, DI, DVD, GI, IMG, ISO, MDS, NRG e PDI, o programa oferece suporte a diferentes tipos de gravação e, por esse motivo, é capaz de atender às diferentes necessidades dos usuários. Nero BurnLite 10: versão gratuita do pacote Nero 10 para manipulação e gravação de mídias. Apesar de possuir menos recursos que a versão completa, Nero BurnLite 10 é uma boa alternativa para a maioria dos usuários, que buscam uma solução prática e eficaz para operações básicas de gravação de mídias, como a gravação de discos de dados e cópia de CDs e DVDs. Players (reprodutores) VLC Media Player: apesar de não tão conhecido como seus concorrentes, o VLC Media Player é o reprodutor preferido de muitos usuários. O principal motivo para tal preferência consiste na praticidade que o programa proporciona ao agregar codecs e ser capaz de reproduzir a maioria dos formatos de vídeo e áudio do mercado. Além disso, o programa possui uma ferramenta integrada para a reprodução de legendas. WinAMP: lançado em 1997, o WinAMP foi um dos primeiros reprodutores compatíveis com o formato MP3 de áudio. Por esse motivo, e graças às demais ferramentas do programa (mixador, equalizador etc.), o WinAMP tornou-se muito famoso e ainda hoje, graças às atualizações e seus novos recursos, sustenta a posição de um dos melhores players de áudio e vídeo do mercado. iTunes: inicialmente desenvolvido para Mac e usado principalmente por usuários de iPhone e iPod, o iTunes tem ganhado espaço também entre os usuários do sistema operacional Windows. Sua interface simples, seus recursos de reprodução de áudio e vídeo, e a possibilidade de organização dos arquivos de música que o programa oferece aos usários são apenas alguns dos motivos para o sucesso. BS.Player: criado pela Webteh, o BS.Player se apresenta aos usuários (juntamente com o VLC Media Player) como mais uma alternativa para a reprodução dos formatos multimídia menos convencionais e para a exibição ativa de legendas. Ao ser instalado, o programa busca, automaticamente, pelos codecs instalados no sistema e adiciona os que não forem detectados, poupando um trabalho considerável. Plugins Adobe Flash Player: O Adobe Flash Player é um dos aplicativos mais famosos da Adobe e que, ao ser instalado, permite que os usuários desfrutem dos melhores recursos que os desenvolvedores de conteúdos para a Web podem oferecer em uma página: gráficos, animações, vídeos e até mesmo jogos e outras atividades de entretenimento. Adobe Shockwave Player: um dos mais importantes plugins da Adobe, o Shockwave Flash Player é o aplicativo padrão de conteúdos multimídia da web. Com ele, é possível reproduzir conteúdos interativos de jogos, anúncios e muitas outras possibilidades, além da capacidade de exibição de conteúdos em 3D. FLV Player: O FLV Player é uma alternativa para a reprodução de vídeos em Flash no PC ou em sites. O aplicativo é ideal para quem busca uma forma prática de adicionar conteúdos em flash à sua lista de reproduções, além de também ser capaz de trabalhar com as extensões MOV, MP4, F4V. Microsoft Silverlight:desenvolvido pela Microsoft, o Siverlight é o principal concorrente do Adobe Flash Player e possui proposta semelhante ao software da Adobe. Ele possibilita a visualização de fotos, vídeos, gráficos e muitos outros elementos interativos diretamente do navegador, sem a necessidade de programas multimídia adicionais. Java: dentre outras funções, o software Java, da Oracle, é utilizado para reproduzir softwares de diferentes plataformas e programas para navegadores e serviços da web. O Java Runtime Environment, como também é conhecido, é comumente empregado em jogos on-line, sendo uma exigência para execução de determinadas aplicações na web. K-Lite Codec Pack: pacote completo com os principais codecs (decodificadores) utilizados para a reprodução de áudio, vídeo, filtros e legendas. É uma ótima solução para evitar falhas de reprodução causadas pela ausência de codecs no Windows Media Player e em outros reprodutores que oferecem suporte apenas aos formatos mais populares de áudio e vídeo. Adobe Reader: mais um popular software da Adobe, o Adobe Reader é o leitor oficial de arquivos PDF (Portable Document Format), visto que ambos, formato e software, foram desenvolvidos pela empresa. O Adobe Acrobat Reader possui vários recursos para visualização, navegação e gerenciamento de arquivos PDF. DirectX: software quase que obrigatório para os amantes de jogos, o DirectX tem o objetivo de trabalhar juntamente com a placa de vídeo, maximizando seus recursos e deixando os jogos mais vivos e com gráficos mais atraentes. Nas versões mais recentes do Windows (Vista e 7), o aplicativo já vem instalado no sistema operacional. Segurança avast! Free Antivirus: versão gratuita do popular antivírus Avast, uma das ferramentas de proteção e detecção de ameaças mas utilizadas no mundo. Em sua sexta versão, a empresa desenvolvedora promete, além de uma interface mais bonita, uma ferramenta ainda mais leve e eficiente que as versões anteriores. Avira AntiVir Personal Free: mais uma alternativa para usuários que buscam um software antivírus gratuito, porém leve e eficiente. Com um banco de dados constantemente atualizado e ferramenta de detecção em tempo real, o Avira é um programa antivírus completo. NOD32: produzido pela Eset, o Eset NOD32 tem o foco na prevenção de ameaças, e não na detecção e remoção de vírus do sistema, como a maioria dos softwares da categoria. Essa característica, denomidade de Prevenção Proativa, foi exatamente o fator responsável por fazer com que o programa caísse no gosto dos usuários e recebesse uma boa avaliação por parte da crítica especializada. Kaspersky: uma das melhores ferramentas para remoção e detecção de vírus e pragas virtuais da atualidade, o Kaspersky é uma alternativa que, apesar de paga, costuma compensar quando o assunto é a proteção do sistema. No link de download acima, o programa está disponível para teste durante um período de 30 dias. Ad-Aware: ferramenta desenvolvida pela Lavasoft e especializada na detecção e remoção de spy-wares. O Ad-Aware também é capaz de detectar vírus, trojans, rootkits, keyloggers e diversos outros tipos de códigos potencialmente maliciosos aos sistemas. Virus Total: diferente dos demais títulos dessa lista, o site Vírus Total é um serviço online para a detecção de códigos maliciosos em arquivos e documentos armazenados no computador. O site utiliza o banco de dados de 43 diferentes antivírus para verificar os arquivos enviados (via upload) e detectar as ameaças. Spybot: Spybot - Search and Destroy é mais um programa destinado à proteção do sistema e de arquivos pessoais armazenados no computador. Por meio de uma "varredura" completa, o Spybot busca por aplicativos com características semelhantes a malwares e spywares e os remove, garantindo a segurança e integridade do computador. Comunicação Windows Live Messenger: o MSN Messenger é, talvez, o mais tradicional comunicador instantâneo dos últimos anos. Apesar do surgimento de vários novos concorrentes, o software da Microsoft conseguiu, graças às novidades da versão 2011, manter-se competitivo no mercado, tendo como principal destaque a integração com as principais redes sociais da atualidade. Veja também o Guia completo para MSN que o TechTudo preparou. Skype: recentemente comprado pela gigante Microsoft, o Skype é uma ótima alternativa para as pessoas que desejam se comunicar na internet por meio de voz e vídeo. O progama é muito utilizado por pessoas em viagens ao exterior que buscam se comunicar com parentes e amigos, visto que apresenta melhor custo benefício que uma ligação internacional, por exemplo. Google Talk: o Google Talk (ou GTalk, para os mais íntimos) é o comunicador instantâneo da Google, a gigante das buscas na internet. O programa possui os tradicionais recursos de conversa e compartilhamento de arquivos e pode ser utilizado por usuários que possuem contas em qualquer um dos serviços do Google, como o Gmail ou o Orkut. Meebo: o Meebo possui um diferencial em relação aos demais softwares desta lista, pois ele é um comunicador online que reúne vários mensageiros em um único local. Recentemente, além das opções já disponíveis (MSN, GTalk, ICQ etc.), o site passou a oferecer suporte também ao chat do Facebook. Por dispensar instalação, o Meebo é muito utilizado em locais onde os demais mensageiros são bloqueados. eBuddy: a proposta do eBuddy é semelhante a do Meebo: reunir vários comunicadores instantâneos em um único ambiente online. O aplicativo também não precisa ser instalado e, por esse motivo, é uma ótima opção para pessoas que estejam viajando, no trabalho ou na escola e precisem se comunicar de forma rápida e prática pela internet. Compartilhamento DropBox: baseado no conceito de cloud computing (computação na nuvem, em português), o DropBox tem como principal proposta o armazenamento e compartilhamento de arquivos online. A empresa desenvolvedora conta com poderosas centrais de computadores, capazes de armazenar os arquivos de seus clientes e torná-los acessíveis em qualquer lugar com acesso à internet. DreaMule: baseado no clássico programa de compartilhamento eMule, o DreaMule foi desenvolvido por brasileiros e possui recursos, configurações e correções que tornam a sua navegação e o processo de download mais simples e eficaz. Assim como no software orignal, o programa utiliza o modelo peer-to-peer (P2P) de compartilhamento. uTorrent: um dos clientes de torrent mais populares do mundo, o uTorrent utiliza o protocolo de downloads BitTorrent para se comunicar com computadores e compartilhar arquivos de forma rápida e prática. Esse tipo de serviço é muito utilizado para o compartilhamento de softwares livres, visto que não há centralização dos arquivos em um único servidor, o que colabora para otimizar o processo de download. Editores de imagem PhotoScape: o PhotoScape é uma alternativa para os usuários que não estão dispostos a pagar centenas de dólares pelo Photoshop (ou apelar para a pirataria), mas desejam um programa com vários recursos para a edição e manipulação de imagens. Apesar de não poder ser considerado equivalente ao software da Adobe, o PhotoScape é uma boa solução, ainda mais por ser um software gratuito. GIMP: mais um programa gratuito para a edição e manipualção de imagens. O GIMP é o software ideal para pessoas que buscam um programa para as tarefas mais básicas, realizadas no dia a dia. Sua interface simples e seus recursos eficientes o colocam como mais uma boa alternativa entre os editores de imagem. Paint.net: assim como os dois outros programas desta categoria, o Paint.net se apresenta como um concorrente gratuito do Photoshop. Com recursos mais modestos que o software da Adobe, o programa disponibiliza as ferramentas necessárias para que usuários comuns possam realizar retoques satisfatórios em suas imagens. Picasa: além de ser um ótimo organizador de imagens, o Picasa possui recursos para a realização das tarefas mais simples de edição de imagens, como, por exemplo, a remoção dos famosos (e temidos) olhos vermelhos. Por também ser um programa gratuito, o Picasa é mais uma opção na lista de editores de imagem para usuários médios. Photoshop: o Photoshop é o editor de imagens mais famoso do mundo e, provavelmente, também o mais eficiente e completo. Seus vários recursos possibilitam desde a realização das tarefas mais simples a edições e manipulações avançadas de imagem. Nesta versão de download, o programa da Adobe está disponível para teste por um período de 30 dias. Como vocês podem imaginar, a lista é praticamente interminável e varia de acordo com o gosto de cada usuário. Nosso objetivo nesta matéria não é abordar todos os softwares de cada categoria, mas criar uma lista com os programas mais usados no Windows, oferecendo um guia com informações básicas sobre os softwares em questãoComprou um PC novo? Confira a lista com os principais programas para Windows







